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A Associação Comunitária Agropecuária Cosme e Damião (ACACD) está sediada na antiga fazenda de cacau Estrela do Norte, ocupada há anos pelo grupo, localizada na cidade de Itapebi, à margem do rio Jequitinhonha.

 

A associação é composta por 32 famílias, as quais produzem diversos itens da agricultura familiar (frutas, legumes, hortaliças, aves) para venda na feira do município e para o autoconsumo. O principal produto é o cacau, que tem uma produção anual estimada de 1200 arrobas.

Na comunidade também são produzidos doces e licores para venda e consumo próprio, além disso, existe capacidade de criar gado de corte e leiteiro, pois contam com área para pecuária, ainda subexplorada.

 
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A Associação Comunitária Agropecuária Cosme e Damião (ACACD) está sediada na antiga fazenda de cacau Estrela do Norte, ocupada há anos pelo grupo, localizada na cidade de Itapebi, à margem do rio Jequitinhonha.

 

A associação é composta por 32 famílias, as quais produzem diversos itens da agricultura familiar (frutas, legumes, hortaliças, aves) para venda na feira do município e para o autoconsumo. O principal produto é o cacau, que tem uma produção anual estimada de 1200 arrobas.

Na comunidade também são produzidos doces e licores para venda e consumo próprio, além disso, existe capacidade de criar gado de corte e leiteiro, pois contam com área para pecuária, ainda subexplorada.

 
 
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A aldeia constituiu-se a partir da migração, em 1960, de cinco famílias originárias da região do Monte Pascoal que encontraram apenas a mata fechada, inspiradora do nome da Aldeia. Desde a chegada inicia-se o cultivo de mandioca. Este novo núcleo que se constitui vive de agricultura, caça e pesca. Na ocasião, o acesso à localidade era através de caminhos estreitos, por onde não passavam animais de carga, portanto, tudo era transportado pelos novos habitantes, inclusive a mandioca para plantio.

 

Na década de 70 supostos proprietários quiseram reivindicar as terras, mas os Pataxó resistiram e conseguiram o reconhecimento enquanto terra indígena, pela FUNAI, em 1985. O território está em parte homologado, a mata parcialmente preservada e a água disponível. A natureza é de uma beleza extrema exuberante e a produção é diversificada: abacaxi sem agrotóxicos, mandioca, piaçava, apicultura, etc. Sendo o artesanato indígena um forte deste coletivo que mantém o conhecimento tradicional de extração e uso de materiais. Hoje, além do artesanato, a aldeia comercializa farinha, beijú, cana, abacaxi e piaçava, transportados por canoa até o povoado de Santo Antônio.

 
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Associação das Mulheres de Itapebi – As Margaridas (AMIM) é uma organização de costureiras que trabalham na confecção de uniformes por encomenda e na produção e venda de lingeries.

 

O coletivo, exclusivamente de mulheres, é bastante coeso e o empreendimento tem um significado maior do que o ganho financeiro, embora este seja importante, sendo um espaço de acolhimento para as mulheres do município. Portanto, é destinado às mulheres que queiram aprender a costurar e produzir, mas também, e talvez com o mesmo peso, atende àquelas que sentem necessidade ou desejo de pertencimento a um coletivo.

 
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A nossa associação nasceu com a premissa de que as conquistas e melhorias só acontecem quando estamos unidos e unidas. Muitos não compreendem, mas de geração em geração o que temos feito é nos adequarmos ao espaço e tempo, lutando, conquistando e, sobretudo, resistindo...

 

Nossa atividade vem sendo transmitida através das gerações. As pessoas mudam, as leis mudam, mas a nossa tradicionalidade permanece e o nosso desejo é fortalecer ainda mais para que se perpetue, pois não vamos deixá-la morrer!

Somos um povo alegre e feliz, tudo isso nos é transmitido pela aguçada percepção e entendimento de que tudo é dado gratuitamente. O que a natureza nos oferece, estamos sempre unidas e partilhando. Ofertando o que de graça recebemos.

 

Levamos conosco toda a alegria e cultura do Samba de Roda, que não é só uma dança, não se limita a um bater de palmas. São histórias contadas em forma de canção, que se misturam a alegria de um povo que luta, chora e resiste. Um povo que canta alegria, canta a natureza e o Raiar do dia, canta a tristeza, canta poesia.

Somos a Associação das Marisqueiras, que embora tenha sua composição social só de mulheres, atende a toda comunidade pesqueira! Visamos à melhoria da qualidade de vida de todos os indivíduos da nossa comunidade.

 
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A Associação de Mulheres Produtoras Rurais Agroecológicas (AMPRA) é um grupo exclusivamente de mulheres que também fazem parte da Associação de Produtores Rurais Unidos Venceremos (APRUNVE), composta por uma comunidade de 63 famílias, localizada ao lado do Parque Nacional Pau-Brasil, em Porto Seguro.

 

No território da APRUNVE há uma grande produção agroecológica – em transição para a produção orgânica – de frutas, legumes e hortaliças, tais como milho, abóbora, aipim, graviola, goiaba, abacaxi, acerola, entre outros. A AMPRA decidiu dedicar-se ao beneficiamento desses produtos, transformando-os em geleias, doces, chips, bolos em geral e licores de frutas típicas da região. A associação representa o empoderamento feminino fundamentado na busca de geração de renda, qualidade de vida, preservação da cultura local e do meio ambiente.

 
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A Associação dos Pequenos Agricultores de Petrolândia (APAP), situada no distrito homônimo da cidade de Belmonte, é formada por cerca de 40 famílias de agricultores e extrativistas de piaçava.

 

Vivem numa comunidade rural que tem como base a agricultura familiar, com grande potencial para a produção de hortaliças, abóbora, melancia, milho, feijão, quiabo e mandioca. O plantio compartilhado é feito numa área de recuo do eucalipto, em regime de comodato, divididos em 21 lotes. Toda sua produção visa chegar à mesa do consumidor com qualidade, visando criar um vínculo de afetividade entre produtor e consumidor.

 
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A Associação Pataxó Aldeia Pé do Monte (APAPEM) foi constituída em 2009, representando 89 famílias que residem na aldeia, localizada literalmente aos pés do Monte Pascoal, em Porto Seguro-BA.  Ao representar os interesses da Aldeia, a associação atua em áreas diversas, entre elas, o etnoturismo.  

 

A atração turística da Aldeia Pé do Monte é, como não poderia deixar de ser, o Parque Nacional e Histórico Monte Pascoal. Considerada primeira porção de terra avistada pelos portugueses, o Monte possui, nos 22.383 hectares delimitados do parque, atrativos naturais, advindos da sua localização e altitude o que promove belezas cênicas e realização de diversas atividades recreativas como caminhadas em trilhas, contemplação da natureza, observação de fauna e flora, participação de manifestações culturais indígenas, vivência do modo de vida local, degustação da culinária indígena, compra de artesanato, entre outras.

 

O etnoturismo desenvolvido pelos indígenas, além de fonte de renda, têm a função de preservação da riqueza natural do território sobre o qual readquiriam o direito perdido, após séculos de luta. São profissionais diferenciados, com conhecimento, costumes e rituais tradicionais ancestrais e espiritualidade ligada à natureza, mas acima de tudo são os guardiões da terra a qual pertencem, a qual reverenciam, a qual querem preservar para seus descendentes,  e não explorar até sua exaustão, por exclusivo interesse financeiro.

 
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No ano de 2006 foi criada a Associação de Apicultores de Itabela (APISBELA) com a finalidade de fomentar a cultura do mel numa região com um imenso potencial apícola. Itabela é uma cidade com 32.000 habitantes, com 80% da fonte de renda concentrada na área rural, através da produção de café, mamão, maracujá, pimenta do reino e cacau.

 

A APISBELA trabalha num processo de deslocamento dos enxames de uma lavoura para outra, para as abelhas coletarem o néctar das floradas de diversos plantios. Quando acaba a florada do café, as caixas são deslocadas para a lavoura de cacau, mamão ou eucalipto.

 

Os componentes da associação conhecem processos de reflorestamento, agrofloresta e agroecologia e se dedicam a estas práticas, pois trabalham para a recuperação da natureza devastada, tendo consciência do valor da floresta preservada. É um grupo com conhecimento teórico e prático acumulado em apicultura, produção de rainhas e associativismo.

 
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O projeto AGROVIDA é uma ação da Associação dos Pequenos e Médios Produtores Rurais da Zona do Córrego da Prata de Itagimirim (APMPRZCPI), com o foco de plantar prioritariamente mandioca. A associação recebeu como doação uma área de 25 lotes no interior da cidade, já arada, gradeada e feita a correção com calcário.

 

Na comunidade são 28 famílias de agricultores familiares que trabalham em sua grande maioria com a cultura da mandioca, de seus derivados e na produção de farinha. A maior parte do grupo é composta por mulheres e idosos. Para o beneficiamento da mandioca é utilizada a casa de farinha municipal que é cedida pela prefeitura, mas uma fábrica de farinha própria da associação está em processo de construção. A comercialização dos produtos é feita em feiras livres e nas roças dos associados. Alguns produzem outros gêneros alimentícios para consumo e venda, o que ajuda na geração de renda familiar, aumenta a autoestima e favorece a saúde dos envolvidos.

 
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A Associação dos Pequenos Produtores Rurais de União Baiana (APPRUB), conta com 175 famílias, em um vilarejo de 765 habitantes, no município de Itagimirim. É uma associação em pleno processo de expansão, atualmente está reformulando sua casa de farinha, tanto o projeto arquitetônico, quanto o maquinário. Apresentam volume e diversidade na produção, composta por mandioca (com 1.200.000 kg por ano), abacaxi, hortaliças, verduras, coco, galinha caipira, abóbora, criação de peixe e outras.