Formação livre em gestão social e metodologias integrativas para atores sociais do município de Porto Seguro – BA, realizado em parceria com o Instituto Mãe Terra (IMT)

 

Coordenação: Profª Valéria Giannella, italiana, 15 anos no Brasil, 5 anos em Porto Seguro, formada em planejamento urbano com doutorado em políticas públicas do território. Atua na UFSB, na área da Gestão Social, leciona no CSC, BIH e PPGES.

 

Instituição parceira: Instituto Mãe Terra, organização da sociedade civil, fundada em outubro/2006, com sede em Porto Seguro (BA) e atuação em todo o Território de Identidade Costa do Descobrimento, desenvolvendo projetos socioambientais junto a povos e comunidades rurais, periféricas e tradicionais.

 

O projeto se insere no arcabouço do projeto nacional Escola Livre em Gestão Social, onde colabora com mais 4 universidades (UNB, UFBA, UFT, UFCa).

 

Antecipa a implantação de um ateliê permanente de formação e práticas em Gestão Social como parte integrante do II Ciclo em Gestão Pública e Social em curso de construção no CSC da UFSB.

 

O que é formação livre? A ideia da formação livre é de se propor percursos formativos pragmaticamente orientados para um público engajado nas temáticas em tela, independente do título de estudo que cada sujeito alcançou em sua trajetória de educação formal. O implícito é que a aprendizagem de cada sujeito acontece de formas mais ricas e complexas das que a academia tradicional supõe e que o papel da relação reflexiva e circular, prática-teoria-prática, é crucial para incrementar as competências dos sujeitos e, consequentemente, a eficácia dos processos em que eles se encontram envolvidos.

O que é GS? Uma interpretação das práticas de gestão explicitamente fundamentada na possibilidade de solução democrática, dialógica e participativa dos problemas relacionados à produção do bem público, que faz da proteção e promoção desse bem o fim prioritário. De acordo com esse primeiro ponto descende que, nos processos de GS, as decisões também serão construídas e implementadas com base na escuta e valorização dos pontos de vista dos atores envolvidos e afetados por elas, reconhecendo as múltiplas maneiras de ser e de habitar o planeta, individual e socialmente e promovendo a convivência pacífica entre os humanos e com a Mãe Terra.

 

O que o projeto realizará? Serão 6 oficinas sobre conceitos-chave do campo da GS:

 

1) Gestão Social, do que estamos falando (31/jan.)

2) Como constituir, manter e dinamizar redes colaborativas para GS (20/fev.)

3) Metodologias integrativas para educação e a gestão social (suspensa)

4) Escuta ativa para GS (20/24 abril)

5) Economia solidária e do compartilhamento (25/29 maio, no ENAPEGS)

6) Gestão criativa de conflito como prática educativa (22/26 junho)

 

Qual o público a que a proposta se direciona?

 

Estudantes de graduação e pós-graduação da UFSB e atores sociais do Território de Identidade Costa do Descobrimento, que atuem na área da gestão social e estejam vinculados a institucionais estatais e/ou não-governamentais, prioritariamente os que dialogam com/ou são pertencentes a minorias sociais mais vulnerabilizadas, quais sejam: sem-terras, pescadores, marisqueiras, indígenas, periféricos, dentre outras.

 

Justificativa:

 

O argumento mais forte a favor da implementação do presente projeto é a falta de espaços e oportunidades de capacitação em gestão social para atores sociais do município de Porto Seguro. Segundo levantamento, existem 57 (cinquenta e sete) instituições sociais do município (dados do Conselho Municipal de Assistência Social de Porto Seguro/2019) e 93 associações comunitárias do Território Costa do Descobrimento. A capacitação dos mesmos, visa influenciar a efetividade de projetos de desenvolvimento local e territorial. A pouca capacitação desses atores na área de gestão social e metodologias relacionadas, depende da escassez de oportunidades de acesso a esse campo de conhecimento; viabilizar esse acesso implica ampliar sua gama de conhecimentos pessoais e profissionais, democratizar saberes, fomentar a reflexividade e aprimorar suas competências e a capacidade de protagonizar tais processos, melhorando assim as capacidades de interferir positivamente nos processos de ação pública, aumentando a efetividade dos processos de participação e co-produção de políticas públicas e no gerenciamento de projetos socioambientais.

 

Serão envolvidos alunos de graduação e pós-graduação

 

O link para inscrição nas oficinas é: https://forms.gle/qqcEHFTEaiJVoq6R6

 

 

Formação livre em mediação comunitária de conflitos para atores sociais do município

de Porto Seguro - BA
 

O projeto de extensão “Formação livre em mediação comunitária de conflitos para atores sociais do município de Porto Seguro - BA”, realizado em parceria com o Instituto Mãe Terra (IMT), convida estudantes de graduação e pós-graduação da UFSB e atores sociais do Território de Identidade Costa do Descobrimento, que atuem com comunidades de periferia, pessoas vulneráveis devido aos baixos níveis de educação, poder aquisitivo, condições demográficas, preconceitos, descaso e falta de eficiência das políticas públicas, para participarem das oficinas sobre conceitos-chave do campo da mediação comunitária de conflitos, sendo:

 

Oficina 1 - Compreendendo a gestão de conflitos e a mediação comunitária (19/03/2020);

Oficina 2 - Escuta ativa e técnicas de mediação comunitária (16/04/2020);

Oficina 3 - Segurança pública, cultura de paz e direitos humanos multiculturais (14/05/2020);

Oficina 4 - Violência intrafamiliar, mediação e as instituições de apoio à criança e ao adolescente (28/05/2020);

Oficina 5 - Mediação e os conflitos coletivos de terra (04/06/2020);

Oficina 6 - Gestão Criativa de Conflitos como Prática Educativa (18/06/2020).

 

O link para inscrição nas oficinas é: https://forms.gle/f9hj4wMaMjo1c6a97

 

Coordenação: Profª Drª Daniela Rocha Teixeira.

 

O que é formação livre? A ideia da formação livre é de se propor percursos formativos pragmaticamente orientados para um público engajado nas temáticas em tela, independente do título de estudo que cada sujeito alcançou em sua trajetória de educação formal. O implícito é que a aprendizagem de cada sujeito acontece de formas mais ricas e complexas das que a academia tradicional supõe e que o papel da relação reflexiva e circular, prática-teoria-prática, é crucial para incrementar as competências dos sujeitos e, consequentemente, a eficácia dos processos em que eles se encontram envolvidos.

 

O que é Mediação Comunitária? É uma ferramenta de estímulo à solidariedade,  mecanismo facilitador do estabelecimento de cooperação entre as partes, propiciando o empoderamento e a autodeterminação de grupos sociais. Sua finalidade é o fortalecimento dos canais de comunicação, com vistas à administração pacífica dos conflitos interpessoais entre os integrantes da comunidade (emancipação comunitária).

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